Telefone com ligação bancária fraudulenta
GOLPE DA FALSA CENTRAL BANCÁRIA

Golpe da falsa central: ligação com aparência legítima e transações autorizadas sob indução

Fraude caracterizada por ligação que aparenta ser do banco, induzindo a vítima a fornecer códigos ou realizar "testes" que são operações reais. Saiba o que fazer.

Atendimento por triagem. Cada situação exige avaliação individual. Não há promessa de resultado.

Armando Zanin Neto - Advogado especialista

23+

Anos de atuação

Armando Zanin Neto

OAB 223.055

23 anos de atuação em contencioso bancário e responsabilidade civil. Experiência que permite compreender a lógica interna das instituições financeiras e os fundamentos usualmente debatidos em disputas envolvendo fraude e dever de segurança.

Publicidade informativa. Não há garantia de resultado.

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Golpe da falsa central: como ocorre

O fraudador se apresenta como funcionário do banco e informa suposta irregularidade. Com linguagem técnica e senso de urgência, induz a vítima a:

Ligação fraudulenta

O fraudador se apresenta como funcionário do banco e informa suposta irregularidade com linguagem técnica e senso de urgência.

Códigos de verificação

Induz a vítima a informar códigos de verificação ou senhas sob pretexto de validação de segurança.

Instalação de apps

Solicita a instalação de aplicativos maliciosos que permitem acesso remoto ao dispositivo.

Operações reais

Convence a autorizar transferências "para teste" ou confirmar operações que resultam em prejuízo imediato.

O que fazer após entregar o cartão

Ações imediatas recomendadas para preservar seus direitos

1
Comunicar formalmente o banco e registrar protocolos.
2
Registrar boletim de ocorrência.
3
Preservar extratos, comprovantes, registros de ligação, SMS e e-mails.
4
Em caso empresarial, registrar internamente o evento e preservar logs de acesso.
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Número do banco aparecendo no visor

Impactos reais para pessoas físicas e jurídicas vítimas da fraude

0

Consultas atendidas

0

Experiência em contencioso

0

Casos com resolução favorável

Pessoa Física

Ansiedade, vergonha por ter acreditado na ligação, medo de novos golpes e sensação de abandono após a negativa do banco. O impacto emocional é tão grave quanto o financeiro.

Pessoa Jurídica

Perda financeira relevante, risco contratual, impacto contábil, questionamentos internos de compliance e necessidade de apuração de responsabilidade interna. Empresa também pode ser vítima.

A instituição financeira pode ser responsabilizada?

A avaliação envolve o contexto completo da operação e do atendimento posterior. Entretanto, há alguns elementos que costumam ser determinantes nessa análise.

Aparência de legitimidade

Aparência de legitimidade da ligação (spoofing, scripts semelhantes aos do banco).

Dados que reforçaram credibilidade

Uso de dados que reforçaram a credibilidade do contato com a vítima.

Transações atípicas

Transações fora do padrão habitual (valor, horário, sequência).

Barreiras de segurança

Barreiras de segurança efetivamente aplicadas pela instituição.

Medidas posteriores

Medidas adotadas pelo banco após a comunicação da fraude.

Perguntas frequentes

Esse elemento pode ser relevante na análise do contexto e da aparência de legitimidade, mas deve ser examinado junto aos demais fatos.

A avaliação jurídica não se resume ao fornecimento do código. Considera-se o contexto da indução, as barreiras de segurança e a previsibilidade do evento.

Irreversibilidade técnica não impede análise de eventual reparação jurídica, quando houver fundamentos e prova adequada.

O B.O. registra o fato, mas não resolve automaticamente a questão civil.

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